Como uma gestora de fortuna suíça movimentou fundos ligados a contratos públicos portugueses

Documentos internos consultados por esta redação mostram contas correntes associadas a estruturas societárias cujos beneficiários finais coincidem com pessoas ligadas a empresas prestadoras de serviços ao Estado português.
A estrutura societária identificada permite reduzir a visibilidade sobre a origem dos fundos, uma prática comum em gestão de património mas que dificulta a fiscalização quando associada a contratos públicos.
Uma fonte próxima do processo afirma que parte dos fundos teria sido utilizada para financiar campanhas de relações públicas junto de decisores portugueses — uma afirmação que não foi possível confirmar de forma independente até à data de publicação.



